quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A. foi  apanhada tão desprevenida. Eram tão amigos, tão cúmplices e tão íntimos. Hoje A., depois de já ter percorrido toda a lista de sentimentos possíveis - descrença, raiva, amor, pena, ódio, indiferença, compreensão, incompreensão, tristeza, ironia, ... - está em paz. B. foi afinal só mais uma pessoa na sua vida. Pelo menos para B. Se A. algum dia tivesse sido tão importante como achava que era, jamais B. a teria deixado com tantas dúvidas na sua cabeça. A. aprendeu que apenas dependemos de nós mesmos e apenas podemos confiar em nós mesmos. Não que A. seja assim... mas A., depois de achar impossível, (re)aprendeu muita coisa e percebeu que tudo tem cura - já se apaixonou por C., D. e até por F., pela vida em geral, pelas pessoas e por si mesma. E hoje sabe que confiar é de novo possível. Que há gente para tudo e que a vida traz-nos sempre surpresas. Boas e más. 10 anos depois, diriamos se A. e B. tivessem uns 50 anos... 1 ano depois - A. é jovem, atraente,  optimista, e tem a vida toda pela frente.

1 comentários:

Anônimo disse...

M. fica muito contente com este "statement" (ora bolas para o anglicismo!). Incerto, pergunta-se se A. terá disponibilidade para ir jantar lá a casa nesta próxima semana... Terça-feira?

M. Frazão